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"Ainda não tínhamos ganho nada, hoje ganhámos o primeiro título da época e agora vamos continuar com o mesmo sentido de humildade e com uma cultura de equipa muito forte", referiu o técnico "encarnado", na conferência de imprensa, após a vitória das "águias", por 3-0, sobre o FC Porto.

Atestando que o Benfica "respira saúde por todo o lado", porque "quando se ganha e se há cansaço, ele não existe", Jesus voltou a focar-se no campeonato e no próximo encontro diante do principal perseguidor, o Sporting de Braga.

"O nosso objetivo está concretizado porque ganhámos o que tínhamos para ganhar hoje. Ainda temos duas competições e vamos tentar continuar da mesma forma, passo a passo. Esta competição não era a nossa prioridade e eu não troco o campeonato por nada", sublinhou.

Jesus, que pediu desculpa aos adeptos e jogadores por dedicar o título da Taça da Liga ao pai, relativizou o jogo com os "arsenalistas" considerando que "é decisivo porque é o próximo, mas todos até ao final vão ser decisivos".

Para Jesus, o Benfica encetou "um jogo inteligente", evitando "os movimentos de contra golpe", e sobretudo motivador: "Não falhámos na primeira final e isso é importante".

Analisando a final da Taça da Liga, o treinador do FC Porto, Jesualdo Ferreira, registou um "perfeito equilíbrio" entre as equipas, admitindo que é "uma derrota que custa muito, porque os jogadores queriam muito ganhar este troféu".

"Não me parece que o Benfica tenha sido superior ao FC Porto. Olhando para o resultado parece, mas não foi isso que aconteceu na realidade", sublinhou Jesualdo Ferreira, admitindo que a sua equipa "hoje não foi feliz".

Elogiando a "atitude" dos jogadores "azuis e brancos", Jesualdo Ferreira realçou a sua "grande esperança para a parte final do campeonato e para as meias finais da Taça".

"O título está longe, porque o Benfica tem uma grande vantagem, mas queremos atingir o lugar mais alto que pudermos e garantir um lugar na final da Taça de Portugal. O terceiro lugar é um lugar a que não estamos habituados e que nos pesa muito", referiu, acrescentando que os "dragões" sofrem desde janeiro "problemas que não são fáceis de superar".

Lusa

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