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Julgamento de militar da GNR acusado de violação em Silves decorre à porta fechada

O militar da Guarda Nacional Republicana (GNR) acusado de ter violado uma mulher no posto de São Bartolomeu de Messines, começou na passada terça-feira a ser julgado no tribunal de Portimão, numa sessão que decorreu à porta fechada.

O tribunal decidiu pelo direito de reserva de publicidade da audiência, tendo o julgamento decorrido à porta fechada para preservação de identidade, já que se trata de um crime sexual.

O militar da GNR está acusado pelo Ministério Público (MP) de um crime de violação de uma funcionária que prestava serviço de limpeza, ocorrido em 2015, naquele posto do distrito de Faro.

Segundo a acusação, o militar vai responder por um crime de violação consumada, por alegadamente ter obrigado a mulher a fazer-lhe sexo oral, quando se encontrava de serviço no interior do posto da GNR.

De acordo com o MP, o militar manietou a vítima, pretendendo “satisfazer a sua lascívia, indiferente à oposição da ofendida”.

A mulher, que entretanto deixou de trabalhar no posto da GNR de São Bartolomeu de Messines, pede uma indemnização por danos no valor de 92.270 euros.

Amanhã, sexta-feira, volta a realizar-se audiência de julgamento no Tribunal de Portimão.

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