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Em conferência de imprensa, o autarca escusou-se a adiantar se vai recandidatar-se e se mantém o apoio do PSD, alegando que este não é o local ou momento para anúncios eleitorais.

De acordo com o ainda presidente da Câmara de Faro, a sua condenação foi decretada “com base em pressupostos que não são verdadeiros” e, por isso, vai manter a batalha legal “até ao fim”. Macário Correia disse estar de “boa consciência” e sublinhou que se sente injustiçado e “magoado” porque não cometeu qualquer ilegalidade.

Após ter sido condenado, em junho de 2012, por violação de instrumentos de ordenamento do território, o autarca recorreu da decisão para o Tribunal Constitucional (TC), que na passada semana rejeitou o recurso, confirmando a perda de mandato.

O TC era a última instância a que podia recorrer.

O social-democrata foi eleito presidente da Câmara de Faro em 2009, derrotando o socialista José Apolinário por uma escassa margem de votos.

As ilicitudes – relacionadas com processos de licenciamento de moradias e piscinas – foram cometidas, segundo o tribunal, durante o seu último mandato em frente à Câmara de Tavira, entre 2005 e 2009.

Lusa

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