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Liderado pelo antigo presidente da Câmara José Vitorino, o CFC afirma que Macário Correia se apresentou às eleições autárquicas de 2009 como "salvador" e o concelho está agora perante um "inferno", no qual o seu slogan de campanha "Faro 2020 – refazer uma capital regional" será substituído por "Faro 2030 – capital regional afundada".

Numa conferência de imprensa realizada hoje, Vitorino enumerou 12 pontos em que a gestão de Macário Correia falhou (um por mês de mandato do primeiro ano) e acusou o autarca de "prepotência", "compadrio partidário" e de ter "dificuldade em lidar com regras democráticas".

Entre os 12 pontos, Vitorino diz que o atual presidente da coligação PSD/CDS-PP/MPT/PPM procedeu à "nomeação de três comissários políticos para administradores de empresas municipais sem competências de gestão", que "recebem no conjunto 200000 euros anuais", e cujo "critério de escolha foi a distribuição de tachos a altos dirigentes do PSD e CDS ou familiares".

O antigo presidente da câmara criticou ainda Macário Correia por ter alterado regulamentos municipais, criando "proibições e restrições" e colocando "taxas e impostos no máximo", por se "submeter ao poder central" na questão das portagens na Via do Infante e por não ter manifestado "forte repúdio" pelo despedimento dos trabalhadores da Groundforce no aeroporto de Faro.

Lusa

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