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“Daquilo que está contratualizado é de manter, nada está posto em causa”, referiu Ana Jorge, sublinhando não haver “nenhuma restrição” e que existem condições para que as USF possam evoluir para o modelo B.

A titular da pasta da Saúde falava aos jornalistas à margem da sessão de abertura do 28.º Encontro Nacional de Clínica Geral, que decorre até sábado em Vilamoura sob o lema “Trabalhar em equipa. Cuidar em proximidade”.

Ana Jorge afirmou ainda querer elevar para 350 as USF existentes no país até ao final do ano, meta que poderá ser atingida se iniciarem actividade as 66 novas unidades que o ministério prevê até dezembro de 2011.

A ministra da Saúde lembrou ainda que nos últimos três anos iniciaram actividade mais de 480 novos médicos de família e estimou que haja ainda mais 150 até ao fim do ano.

Para janeiro de 2012 Ana Jorge tem como meta a abertura de 450 vagas para a formação de internos em Medicina Geral e Familiar, a especialidade em que, assume, talvez exista maior carência no Serviço Nacional de Saúde (SNS).

“É preciso que os outros médicos, já especialistas, aceitem ser orientadores de formação e necessário que os serviços tenham reconhecimento de capacidade formativa e isso só é possível com organização e adesão dos médicos especialistas”, concluiu.

Lusa 

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