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Para o ex-autarca de Faro e líder do movimento CFC José Vitorino, “é de interesse nacional a Assembleia da República criar a região Administrativa do Algarve no decorrer da legislatura 2011-2015, seja num quadro nacional, seja como região administrativa piloto”.

Em conferência de imprensa, José Vitorino informou que a proposta do CFC para um novo modelo político-administrativo no Algarve segue hoje, via correio, para a Assembleia da República, Presidente da República e primeiro-ministro.

Até à criação da Região Administrativa, o movimento sugere que se avance urgentemente com um “Comando Operacional Regional das Forças de Segurança em funcionamento permanente” e com a criação de um Conselho Coordenador Regional para a CCDR Algarve (Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional) em “forte articulação” com as autoridades locais, nomeadamente região de Turismo e universidades.

A criação de quatro observatórios nas áreas da segurança, pobreza, empresas e emprego e juventude são outras medidas que o CFC defende que devem ser tomadas de forma urgente.

Segundo José Vitorino, é imperativo que os “órgãos de soberania” ponham a “mão na impunidade e falta de seriedade de alguns responsáveis públicos e circuitos de interesses”.

Para concretizar o novo modelo político-administrativo para o Algarve, o movimento defende a “suspensão da autorização de novas grandes superfícies”, suspensão de portagens, revisão do PROT Algarve, conclusão urgente da Variante a Faro e um “travão nos atentados ao Estado de direito na Câmara de Faro”.

O modelo político-administrativo que o CFC defende para o Algarve foi proposto e discutido nas II Jornadas de Reflexão que este movimento cívico realizou no fim-de-semana passado.

Lusa
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