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Em causa está mais uma tentativa de alienação pelo município da antiga fábrica da Cerveja e do edifício e zona onde antes funcionou o Magistério Primário, entre outros imóveis, colocados em hasta pública pelo valor total de 2,1 milhões de euros.

“A hasta pública tem que ser unicamente para fins turísticos ou culturais, ao contrário do que fazem”, sustenta o movimento CFC em comunicado.

“Pela presente tomada de posição, o CFC – Movimento Autárquico Independente vem tocar os sinos a rebate, denunciando à população que o município está disposto a vendê-los para habitação”, critica.

Considerando que se trata de um atentado contra a identidade de Faro, o movimento liderado pelo antigo presidente da câmara de Faro José Vitorino (ex-PSD) acusa o executivo de se preparar para fazer “um erro colossal, que revela incompetência e falta de visão”. E recorda que o CFC “sempre votou contra tal barbaridade”.

Lusa

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