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Domingos Paciência voltou ao esquema habitual e fez cinco alterações em relação ao último jogo com FC Porto: Meyong regressou, André Leone surgiu no lugar de Paulão, Miguel Garcia no de Filipe Oliveira, este como trinco em vez de Olberdam e Matheus no lugar de Luís Aguiar.

Já Jorge Costa repetiu a equipa que recebeu na última jornada o Sporting e foi mesmo a turma algarvia que entrou melhor no jogo, personalizada, com muita posse de bola e dominando a partida nos primeiros 20 minutos.

Aos 12 minutos, Djalmir surgiu isolado na área, contornou Eduardo e rematou ao poste, mas pouco depois, aos 16, o avançado brasileiro marcaria mesmo.

Com tempo e espaço para tudo na direita, Castro centrou para a entrada fulgurante de Djalmir, que, sem marcação, não perdoou e fez de cabeça o primeiro golo do jogo, apenas o terceiro sofrido pelos bracarenses em casa.

Nos instantes seguintes a equipa algarvia esteve perto de aumentar e pelos mesmos intervenientes: primeiro, o remate de Castro, médio emprestado pelo FC Porto, saiu a rasar o poste (17) e, depois, Djalmir por pouco não aproveitou uma intervenção infeliz de Eduardo (18).

E sem o justificar, porque não conseguia interligar uma jogada com princípio, meio e fim, o Sporting de Braga chegou ao golo, aos 21 minutos: mau corte de cabeça de João Gonçalves a meter a bola nos pés de Matheus, que, na cara de Ventura, não teve dificuldades para empatar a partida.

A reviravolta consumou-se aos 37 minutos, já com o Sporting de Braga a assumir as despesas do jogo: Evaldo, qual ponta de lança, e após centro de Paulo César da direita, antecipou-se aos centrais adversários e cabeceou sem hipóteses para o guarda-redes olhanense.

Apesar da entrada gratuita, estiveram menos de 10 000 pessoas no estádio (a muita chuva e vento não ajudaram a voltar a enchê-lo), mas os adeptos presentes ainda vibraram com o terceiro golo da equipa, aos 55 minutos: centro atrasado de Paulo César da esquerda e remate vitorioso de Meyong, ainda que com a “colaboração” de Ventura.

Nota ainda para uma boa defesa de Eduardo a um livre directo de Rui Duarte (74), mas, com excepção deste lance, a equipa “arsenalista” esteve sempre mais perto do quarto tento do que o Olhanense do segundo, como quando, já nos descontos, Renteria falhou de cabeça sem qualquer oposição.

Lusa

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