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O encontro primou pela eficácia, com muitas oportunidades aproveitadas pelos dois conjuntos e o Nacional a responder à altura aos golos marcados pelo conjunto de Olhão.

Dady e Mateus, que ”bisaram”, foram os principais destaques num jogo que não modificou a posição das duas equipas na tabela, com Olhanense e Nacional a segurarem as sétima e oitava posições, com 27 e 26 pontos.

Os dois treinadores, Sérgio Conceição e Pedro Caixinha, castigados e a verem o jogo na bancada, assistiram a uma primeira parte de boa qualidade, com muitos golos e em que a eficácia foi a palavra de ordem a ligar os dois conjuntos, com os cinco tentos a surgirem das ocasiões de golo existentes, sobrando apenas uma oportunidade falhada para os algarvios.

O Olhanense, que não marcava em casa há 288 minutos e hoje somou o quarto jogo caseiro sem triunfos, abriu o ativo aos nove minutos, com um golo de Dady, após cruzamento de Ismaily.

Os madeirenses demoraram apenas dois minutos a reagir, com Candeias a cruzar da direita e Rondon a responder da melhor forma, de cabeça, ao segundo poste.

O jogo manteve-se equilibrado, mas os algarvios voltaram a adiantar-se, aos 26 minutos, por Salvador Agra, com nova resposta do Nacional, cinco minutos depois, por Mateus.

Antes do intervalo, Dady ”bisou” na partida (41) e o Olhanense esteve à beira de aumentar na única oportunidade de golo desperdiçada no primeiro tempo, com um cabeceamento de André Pinto à figura (43).

O Nacional anulou a desvantagem no marcador no início da segunda parte, de novo por Mateus (52), que, aos 67 minutos, atirou ao poste.

O conjunto de Olhão continuou a manter a eficácia e, aos 70 minutos, na conversão de uma grande penalidade, a castigar mão de Marçal, Wilson Eduardo assinou o quarto golo da sua equipa.

Pela quarta vez, o Nacional reagiu da melhor forma, com Claudemir a marcar de livre direto, aos 79 minutos, num lance em que Fabiano Freitas poderia ter feito melhor.

O guarda-redes do Olhanense acabou por redimir-se aos 83 minutos, evitando o golo de Oliver com uma grande defesa.

O jogo terminou com um lance muito contestado pelos locais, já nos descontos, numa falta assinalada pelo árbitro Cosme Machado a Maurício, que assistia de cabeça Victor Meza para o que seria o quinto golo algarvio.

Folha do Domingo/Lusa
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