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“Vai ser um jogo extremamente difícil. É um adversário complicado, que quando joga em casa torna-se ainda mais difícil, pois há que ter em conta as condicionantes derivadas do campo, não só pelas dimensões, mas por todo o seu enquadramento”, justificou Daúto Faquirá.

Reconhecendo que o seu homólogo Rui Vitória, “incutindo o seu cunho pessoal”, tem “mantido a força e as rotinas” do clube, o técnico lembrou que a equipa adversária joga “no seguimento do que tem sido o Paços de Ferreira dos últimos anos, extremamente agressivo, forte e de intensidade alta”.

Questionado sobre o favoritismo para o jogo, o treinador do conjunto de Olhão referiu que as responsabilidades têm de ser “repartidas” entre as duas equipas, mas ressalvou que o Paços de Ferreira, “por jogar em casa, poderá ter mais responsabilidades”.

Daúto Faquirá sublinhou ainda que o Olhanense vai apresentar-se com “o seu modelo de jogo de sempre e confiança para ultrapassar as dificuldades e condicionalismos” que irá ter pela frente, de forma a trazer “um bom resultado”.

Com Adilson castigado, Yontcha será chamado à titularidade e Jorge Gonçalves também regressa à direita do ataque, existindo apenas uma dúvida para o “onze”: “No meio-campo, ou joga o Rui Duarte ou o Lulinha”.

Em relação ao percurso da equipa no campeonato e possíveis ambições europeias, Faquirá usou uma metáfora: “Vamos escalando a montanha sem olhar para baixo e quando se chegar ao fim, veremos o quanto escalámos e até que ponto fomos”.

“Temos condições para manter a bitola exibicional e, nesse caso, se me perguntarem o mesmo dentro de algum tempo, poderemos fazer uma reavaliação e perspetivar outras metas. Por agora, é prematuro estar a alargar os nossos objetivos”, finalizou o treinador dos algarvios.

O Paços de Ferreira (11 pontos) recebe sábado o Olhanense (15), em encontro marcado para as 16:00 e que será arbitrado por Hugo Miguel (Lisboa).

Lusa

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