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Orquestra Clássica do Sul atua em agosto com Vitorino e Carlos Guilherme

Orquestra_classica_sulO Festival Caixa a Sul apresenta, durante o próximo mês de agosto, cinco concertos da Orquestra Clássica do Sul (OCS), com artistas como o cantor Vitorino, o grupo dos Cantadores de Redondo e o tenor Carlos Guilherme, foi ontem divulgado.

Fuseta abre o Festival, seguindo-se Redondo, no Alto Alentejo, Faro, Vilamoura e Lagos, com os concertos a começar sempre às 22:00.

Num palco instalado na zona ribeirinha da Fuseta, a OCS, sob a direção de John Avery, interpreta, no dia 05 de agosto, “Marchas, valsas e outras danças”, um programa composto por peças de Vintner, Kaempfert, Marvin Hamlisch, Lehár, Ross, Loewe, Duncan, entre outros compositores.

Segundo comunicado da OCS, “neste programa, propõe-se um mergulho na informalidade da música apelidada de ‘light’, desde o clássico, ao romântico, ao moderno e até mesmo ao ‘pop’”.

No dia 08, no Redondo, fazendo parte da Festa das Ruas Floridas, e no dia 13, em Faro, no Largo da Sé, Vitorino e os Cantadores de Redondo atuam com a OCS num espetáculo intitulado “Clássico EnCante”. Vitorino atua com os Cantadores de Redondo, que são “a expressão viva da tradição coral polifónica alentejana que se estende pelos concelhos de Redondo, Évora, Almodôvar e Mértola”, segundo a mesma fonte.

O tenor Carlos Guilherme, de 70 anos, protagoniza “Uma viagem mediterrânica”, um concerto constituído por árias de diferentes óperas, sendo a OCS dirigida pelo maestro Rui Pinheiro.

Este programa – “uma viagem pelos sons de países como Portugal, Espanha, França e Itália” -, é apresentado, no dia 21 de agosto, em Vilamoura, no Museu Cerro da Vila, e no dia seguinte, em Lagos, no Cais das Descobertas.

A Orquestra Clássica do Sul existe desde setembro de 2013, assumindo todo o património da Orquestra do Algarve que existia há onze anos. O seu maestro titular e diretor artístico é Cesário Costa, ex-Orquestra Metropolitana de Lisboa.

Na ocasião, em declarações à Lusa, Cesário Costa afirmou que “a mudança de nome derivou de uma grande vontade em alargar a amplitude geográfica a todo o sul do Tejo, tendo ainda em conta a grande solicitação da orquestra na Andaluzia [sudoeste de Espanha]”.

Cesário Costa, de 45 anos, afirmou que “esta transformação em Orquestra Clássica do Sul revela a vontade de encontrar novas parcerias, alargando o leque de autarquias, de contar com outras instituições, e a possibilidade de se apresentar noutros palcos”, sem estar restringida ao Algarve.

“Há, por exemplo, uma vontade expressa de muitas autarquias alentejanas”, adiantou o maestro, que referiu que o Alentejo e a península de Setúbal são dois territórios onde não há uma orquestra.

Neste Festival, a OCS atua em quatro concelhos algarvios e num alto-alentejano.

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