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O parlamento aprovou na passada sexta-feira, por unanimidade, um voto de pesar pela morte do presidente da Câmara de Albufeira, Carlos Silva e Sousa, sublinhando “as suas inabaláveis convicções democráticas” e “ilimitada disponibilidade para o serviço público”.

O presidente da Câmara de Albufeira, Carlos Silva e Sousa, morreu na madrugada de 23 de fevereiro, aos 60 anos, vítima de doença súbita. O autarca tinha sido eleito em outubro pelo PSD para um segundo mandato à frente do município algarvio.

No texto, apresentado pelos sociais-democratas, é referido que “Carlos Silva e Sousa foi um homem de inabaláveis convicções democráticas” e que “o seu empenhamento na cidadania e no serviço público constituíram, ao longo da sua vida, marcas particularmente impressivas”.

“A sua ilimitada disponibilidade para o serviço público foi-se evidenciando em cargos a que sempre se dedicou com apurado sentido de responsabilidade”, lê-se no voto.

Carlos Silva e Sousa foi vereador, presidente da Assembleia Municipal de Albufeira e deputado à Assembleia da República de 2011 a 2015. No PSD, foi presidente da concelhia do PSD de Albufeira, vice-presidente da distrital da região e ainda membro do Conselho Nacional.

O plenário aprovou ainda, por unanimidade, dois outros votos de pesar pela morte do antigo dirigente nacional do CDS-PP Miguel Roquette e do histórico dirigente dos TSD Alexandre Azevedo Monteiro.

No texto apresentado pelo CDS-PP sobre Miguel Roquette lê-se que o antigo dirigente democrata-cristão “foi uma referência de convicção, dedicação e compromisso com as causas que abraçou, sempre animado por um sentido de humor e simplicidade, que deixa saudade em todos os que o conheceram”.

Sobre Alexandre Azevedo Monteiro, que cumpriu um mandato como deputado do parlamento a partir de 1987, é destacado o “papel incontornável ligado aos TSD”.

“No movimento sindical e em associações cívicas foi um exemplo em função da sua coerência, empenho e coragem”, é referido no texto.
No final da leitura de todos os votos de pesar hoje aprovados o parlamento fez o habitual minuto de silêncio.

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