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Foi então em clima de entusiasmo que mais de sete centenas de apoiantes de Pedro Passos Coelho receberam o candidato a líder do PSD que esteva acompanhado do mandatário regional da candidatura, Seruca Emídio, o também presidente da Câmara de Loulé.

O autarca, no uso da palavra, sublinhou as capacidades de liderança, a competência reconhecida e o carácter íntegro do político Passos Coelho, que optou por trilhar na vida privada um percurso de vida fora do conforto dos lugares de nomeação públicos. Destacou a sua experiência política sólida como “o melhor líder da JSD” e um dos “mais esforçados e brilhantes deputados que o Parlamento já conheceu em democracia”, deixando o apelo para que o próximo líder do PSD devolva ao Algarve a atenção e os investimentos que são imprescindíveis ao seu desenvolvimento, apontando o exemplo do Hospital Central do Algarve que “nunca mais se concretiza”.

O candidato, por seu lado, agradeceu com visível satisfação, o “modo caloroso” como o Algarve o recebeu “na maior manifestação de apoio de toda a campanha a Sul do Tejo”. Aproveitou para denunciar aquilo a que chamou a “total desorientação do Governo PS, que está a contrariar e a decidir exactamente o oposto do anterior Governo PS”, apontando exemplos na área da Educação, da Saúde e da Agricultura, em que os actuais titulares das pastas estão a decidir em sentido contrário do que os seus antecessores. Falou da necessidade de o país não se “conformar com o absurdo de termos em funções o Primeiro-Ministro mais descredibilizado de toda a história democrática” e exortou os algarvios a defenderem com perseverança o direito ao seu desenvolvimento, pelo papel importantíssimo que a região desempenha na economia portuguesa.

À tarde, Passos Coelho havia visitado o Refúgio Aboim Ascensão, onde sublinhou a necessidade de mais “instituições não públicas seguirem este exemplo de trabalho a favor de quem está desprotegido na sociedade”, tomando em mãos “tarefas que o Estado, lamentavelmente, não tem sabido desempenhar”.

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