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O encontro foi suspenso, aos 53 minutos, devido a uma falha de energia do Estádio Algarve.

Segundo Pedro Caixinha, as circunstâncias em que ocorreu o “apagão” são “estranhas”, porque se trata de “um estádio novo”.

“A apagar-se a luz desta forma, ou era algo que estava para acontecer, ou são circunstâncias do jogo”, acrescentou o técnico dos leirienses.

Pedro Caixinha considerou ainda “estranho que só um meio campo estivesse molhado”, embora tenha referido que “choveu muito durante a noite” e que tal poderia ter contribuído para a situação.

Sobre o encontro, disse ter sido “difícil”, disputado em dois dias e no qual a União de Leiria “mostrou nos 40 minutos um coletivo muito forte, conseguindo anular a desvantagem e virar o resultado”.

Por seu turno, o relações públicas do Portimonense, Nuno Silva, classificou como “idiotas” as insinuações do técnico da União de Leiria sobre a avaria elétrica do Estádio Algarve.

Nuno Silva disse mesmo que “pessoas que fazem este tipo de declarações não deveriam estar no futebol”.

O treinador do Portimonense considerou ter-se tratado de um jogo “atípico”, disputado em dois dias, que não esperava perder.

“Tivemos cuidado em reforçar o meio campo e não contava sofrer um golo logo dois minutos após o reatamento, porque acreditava que a minha equipa iria manter a mesma postura do dia anterior”, disse Litos.

O técnico garantiu ainda que continua a ter a confiança da direção do Portimonense, pois até ao momento não recebeu qualquer indicação em contrário.

Lusa

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