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Os novos órgãos eleitos foram empossados nos cargos minutos depois de serem conhecidos os resultados do escrutínio, realizado na sede do clube, em Portimão, pelo presidente da Assembleia-Geral, António Mergulhão.

A lista B, liderada por Fernando Rocha, obteve 3.064 votos, enquanto que a lista A, encabeçada por João Sintra, arrecadou 881, registando-se 31 votos em branco e 61 nulos, de acordo com o presidente da assembleia, Jaime Dias.

A reeleição de Rocha põe termo a um vazio diretivo que se arrastava desde novembro de 2010, e após seis tentativas de eleger os órgãos sociais, altura em que decidiu não se recandidatar ao cargo, tendo alegado “motivos pessoais”.

Fernando Rocha reassumiu o cargo “com um sentimento de alegria”, destacando a forma “cívica e elevada como decorreram as eleições” no clube.

“Achava que o ciclo estava terminado, mas decidi avançar, porque durante mais de um ano não apareceu ninguém que quisesse tomar conta do clube e porque a outra lista concorrente não reunia as condições ideais para o clube”, justificou Rocha.

Sobre o futuro do Portimonense, considera que “agora é tempo de assumir as responsabilidades e começar outra vez de novo”, defendendo a constituição de uma Sociedade Anónima Desportiva (SAD) para gerir o futebol.

Fernando Rocha disse ainda que a direção vai trabalhar a próxima época com um orçamento “reduzido, com os pés bem assentes, face à atual conjuntura económica” no país.

“Vamos trabalhar com um orçamento entre os 500 e os 600 mil euros”, observou o presidente agora reeleito, acrescentando que decorrem já conversações com um treinador "que deverá ser apresentado na sexta-feira”.

A conbcluir disse: “A partir de quinta-feira vamos debruçar-nos sobre o plantel e equipa técnica, para que possamos começar a preparar a temporada desportiva na Liga de Honra”.

Lusa
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