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Nelson Oliveira, que entrou aos 65 minutos para o lugar de Bruno de Paula, acabou por ser decisivo numa partida em que as duas formações praticaram um futebol pobre tecnicamente, e onde escassearam as ocasiões de golo.

Esperava-se mais do Portimonense, que a precisar de pontos para “fugir” aos lugares de despromoção, manteve a tónica de outros jogos: um futebol atabalhoado a meio campo, insistindo nas jogadas individuais, com Candeias, Pedro Silva e Ivanildo a evidenciarem-se no encontro.

Carlos Azenha, que continua à procura da primeira vitória como treinador principal, estreou quatro dos cinco reforços de janeiro – Ricardo Nascimento, André Vilas Boas, Hélder Castro e Patrik – mas não se notaram diferenças em relação aos jogos anteriores.

Numa primeira parte sem ritmo, couberam ainda assim ao Portimonense os melhores lances do jogo, mas a defesa pacense chegava para anular as investidas dos algarvios que não chegaram a ameaçar a baliza de Cassio.

Depois do descanso, o Portimonense surgiu mais rápido na transição defesa ataque, e em dois contra-ataques, Ivanildo e Candeias obrigaram Cassio a defesas apertadas.

Contudo, a “rapidez” dos algarvios durou apenas sete minutos, tendo o Paços de Ferreira assumido o controlo do jogo, com maior agressividade, no ataque, atrevimento que lhe valeu a vitória já perto do final da partida, num dos dois remates conseguidos à baliza do guarda-redes Ventura.

Folha do Domingo/Lusa
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