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Apesar do segundo triunfo na prova, com um “bis” de Ana Borges, aos sete e 74 minutos, entrecortado pelo golo de Louise Quinn (30), a seleção portuguesa terminou no segundo lugar do grupo, atrás do País de Gales, que hoje venceu a Hungria.

Depois da vitória sobre a Hungria (4-0), na passada sexta-feira, o selecionador de Portugal, António Violante, optou por fazer seis alterações no “onze” inicial, vendo uma das novidades, a guarda-redes Patrícia Morais, fazer uma grande defesa a um cabeceamento de Louise Quinn, logo aos seis minutos.

Portugal respondeu da melhor forma, logo no minuto seguinte, e chegou à vantagem, com Carla Couto a servir Ana Borges que, à saída da guarda-redes irlandesa, Emma Byrne, aplicou um “chapéu” perfeito.

Em desvantagem, a República da Irlanda assumiu o controlo da partida e “empurrou” as portuguesas para o seu meio-campo, sem contudo criar grandes ocasiões de golo.

Seria num lance de bola parada que a pressão irlandesa sairia premiada, à passagem da meia hora, com Louise Quinn a cabecear para o empate, sem marcação, no “coração” da área, na sequência de um pontapé de canto.

Depois da igualdade, a seleção portuguesa melhorou e surgiu mais vezes junto da baliza contrária, com Carolina Mendes a cabecear à figura (34) na melhor ocasião até ao intervalo.

O segundo tempo teve um arranque menos emotivo, à exceção de uma excelente defesa da guarda-redes portuguesa a uma tentativa de Fiona O’Sullivan (54).

Já com Portugal a controlar a partida, embora sem criar grande perigo, a irlandesa Megan Campbell atirou ao poste, na marcação de um canto, aos 68 minutos.

O ascendente português teve frutos aos 74 minutos, quando Sofia Vieira isolou Ana Borges e a jogadora do Prainsa Zaragoza (Espanha) correu para a baliza e, na "cara" de Emma Byrne, bisou na partida e deu a vitória à sua equipa.

Portugal vai na quarta-feira disputar com a China o encontro de atribuição dos nono e décimo lugares, no Estádio Algarve, às 10:15.

Lusa

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