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A complexidade técnica das ações previstas, a mudança de Governo e o número de entidades envolvidas são os principais argumentos apresentados por Valentina Calixto para pedir o alargamento do prazo de vigência do programa. “A prorrogação, até julho de 2014, é suficiente para concluirmos o trabalho todo e aguardamos uma decisão por parte dos ministérios da Agricultura e das Finanças, para breve, no sentido de concluírem, ou não, pela prorrogação da sociedade por mais ano e meio”, disse a presidente da sociedade Polis Ria Formosa.

“Não tenho indicações de que haja quaisquer reservas quanto aos projetos deste Polis, na sua globalidade, isto porque todos têm a ver com o risco e constituem prioridades, como a salvaguarda de pessoas e bens”, sublinhou.

O encerramento da atividade de 8 sociedades Polis durante este ano está previsto nas políticas definidas pelo Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território na proposta para o Orçamento de Estado para 2012. O capital do Estado para as obras previstas do Polis Ria Formosa ronda os 14 milhões de euros e está disponível desde 2008.

Em falta estão apenas as comparticipações dos municípios e os fundos comunitários que podem vir a aumentar dada a escassez da componente nacional, pelo que o Governo terá de ponderar e decidir em conformidade, admitiu Valentina Calixto.

Liliana Lourencinho com Lusa

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