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Em vez do treinador Carlos Azenha, foi Fernando Rocha quem compareceu na sala de imprensa do Estádio Municipal de Portimão, após assistir ao encontro ao lado do presidente da Comissão de Arbitragem da Liga, Vítor Pereira.

“O que se passou aqui não foi bonito. Quando num jogo a equipa de arbitragem tem mais do que um lance de infelicidade, há incompetência”, disse Fernando Rocha.

Segundo o presidente do último classificado da Liga, “houve dois lances mal ajuizados que decidiram o desafio e prejudicaram o Portimonense”.

Fernando Rocha considerou que “o clube tem vindo a ser prejudicado” pelas arbitragens e exigiu mais “respeito e atenção pelas pessoas do futebol”.

Fernando Rocha escusou-se a revelar se tinha manifestado o seu desagrado ao presidente da Comissão de Arbitragem, e disse apenas “que Vítor Pereira tomará as decisões que entender tomar”, concluindo: “Peço mais respeito, não só pelo Portimonense, mas por todos os clubes”.

Por seu lado, o treinador do Olhanense escusou-se a comentar os lances contestados pelo Portimonense, alegando que onde se encontrava “não tinha uma visão correta dos lances”.

Daúto Faquirá reconheceu que a sua equipa “acabou por ser feliz” ao conseguir o empate, com uma muito contestada grande penalidade a cinco minutos do fim, diante de um adversário que jogou” muito bem”.

“O mérito foi do Portimonense que jogou muito bem, e não custa reconhecer que houve momentos que, acredito, se tivéssemos sofrido o segundo golo dificilmente entraríamos no jogo”, observou.

Para o treinador do Olhanense, depois do golo sofrido “o jogo tornou-se difícil”, mas no segundo tempo sua equipa corrigiu algumas coisas, o que resultou “em maior agressividade”.

“O resultado premeia e nossa crença”, concluiu.

Folha do Domingo/Lusa
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