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A candidatura lusa era representada pelo campo de golfe da Herdade da Comporta, no Alentejo, escolha que na altura mereceu as críticas dos agentes do turismo algarvio, que consideravam os campos de golfe da região mais aptos a acolher a prova.

“Como português estou triste, pois preferia que tivesse ganho Portugal, mas acho que a nossa candidatura teria tido mais força”, admitiu António Pina em declarações à Lusa, referindo que a região algarvia é um destino de golfe reconhecido mundialmente.

Contudo, segundo o presidente da Entidade Regional de Turismo do Algarve (ERTA) seria “futurologia” estar a prever se a candidatura portuguesa teria mais hipóteses de ganhar caso o campo de golfe escolhido para a representar fosse algarvio.

“Se tinha mais hipóteses de ganhar isso já é futurologia mas a verdade é que aqui já estava praticamente tudo preparado, não partíamos do zero nem tínhamos que construir nada de raiz”, resume.

A perda da candidatura de Portugal para a organização da Ryder Cup de golfe de 2018 para a França foi hoje anunciada no Wentworth Club, em Surrey, Inglaterra.

Além da França e Portugal, apresentaram candidaturas a Espanha, a Alemanha e a Holanda.

Será a segunda vez que a Ryder Cup vai disputar-se na Europa continental, após a Espanha ter acolhido a prova, em 1997, em Valderrama, Cádiz.

Lusa

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