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Graça Batalim é vereadora sem pelouros atribuídos na Câmara de Monchique, cargo que ocupa desde 2009, quando foi eleita como independente na lista do PS, liderada pelo então presidente da autarquia, Carlos Tuta.

Em declarações à agência Lusa, Graça Batalim disse que a sua candidatura pretende concretizar "o projeto socialista que reúne todas as condições para melhorar a economia e a vida da população do concelho".

Segundo a candidata independente, "é um projeto de confiança para o futuro, que ainda está a ser delineado e estruturado".

Com a candidatura de Graça Batalim, o PS pretende recuperar a Câmara de Monchique, à qual presidiu, durante 27 anos, o socialista Carlos Tuta.
Carlos Tuta perdeu a presidência da autarquia em 2009 para o social-democrata Rui André, por uma diferença de 67 votos, o que constituiu uma das maiores surpresas eleitorais no Algarve.

O departamento federativo das Mulheres Socialistas do Algarve (DFMS) congratulou-se, entretanto, com o facto de o PS ter escolhido três mulheres para encabeçar listas a câmaras municipais da região: Isilda Gomes (Portimão), Joaquina Matos (Lagos) e Graça Batalim (Monchique).

"É um motivo de grande orgulho e satisfação pois, pela primeira vez na história do Algarve, o PS escolheu três mulheres como candidatas", destacou Ana Passos, presidente do DFMS.

Lusa

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