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“Ao longo deste quarto de século, o município de Tavira adquiriu os terrenos, foi promovido o indispensável estudo de avaliação de impacte ambiental e realizado um concurso público internacional, que culminou na seleção de uma das propostas concorrentes por parte do júri do concurso em agosto de 2011. Nunca avançámos tanto neste processo, aguardando-se apenas a homologação do Ministro das Finanças da respetiva adjudicação”, criticou o PS.

O partido, que tem a maioria no executivo municipal, lamenta que se tenha vindo a adiar “consecutivamente” a decisão, que serviria para “a valorização da atividade profissional dos armadores e para a segurança e melhoria das condições de trabalho dos pescadores tavirenses”.

Os socialistas consideraram, em comunicado, que estas obras seriam também “um contributo relevante para a beneficiação e ordenamento das frentes ribeirinhas de Tavira, permitindo a rentabilização turística das áreas ocupadas atualmente em pleno centro da cidade” pelo atual porto.

O PS quer que o Governo conclua o processo, que serviria para “valorizar” a cidade e a economia do mar, setor que diz ter sido “apontado com um fator de desenvolvimento estratégico do país”.

O novo porto de pesca iria ainda permitir, segundo o PS, “a criação de mais e melhores postos de trabalho, numa ocasião em que todos os esforços são poucos para combater o flagelo do desemprego, particularmente sentido numa comunidade crescentemente dependente do setor turístico”.

O presidente da Câmara de Tavira, Jorge Botelho, avançou à Lusa, em janeiro de 2011, que as obras do porto de pesca de Tavira deveriam começar no final desse ano, depois de o concurso ter sido publicado em Diário da República.

O autarca considerou, na altura, que, se tudo corresse bem, a obra deveria estar concluída em 2013.

Lusa

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