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Em comunicado, os socialistas do Algarve alegam que a previsível reestruturação dos serviços, motivada pela criação do CHA, "está a causar apreensão entre as populações e profissionais" e defendem a divulgação e discussão dos estudos que determinaram a sua constituição.

A criação do Centro Hospitalar do Algarve, que prevê a fusão dos hospitais de Faro, Portimão e Lagos (os dois últimos integram o Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio), foi aprovada no dia 17 de abril em Conselho de Ministros, por proposta da Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve.

No documento, o PS/Algarve defende que a decisão de constituir o CHA "deve ser tecnicamente sustentada" e enquadrar-se no âmbito de uma estratégia regional para a saúde.

"As medidas exigem um planeamento estratégico que adeque os recursos existentes à realidade regional e local, não sendo aceitável, em nome de uma qualquer redução de custos, por em causa o acesso das populações aos cuidados de saúde", lê-se no comunicado.

Os socialistas algarvios entendem que a gestão da rede hospitalar na região "deve ter sempre em conta a reestruturação nacional em curso, com o crescimento de recursos humanos e de camas, de que o Algarve é deficitário, e a futura construção do novo hospital central".

O PS/Algarve opõe-se "à redução continuada na oferta de serviços de saúde que se tem vindo a verificar nos últimos meses na região" e assegura que se manterá "atento" à situação do sector da saúde na principal região turística do país.

Lusa

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