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“É muito benéfico que surjam várias pessoas para disputar a liderança do partido”, disse Mendes Bota à agência Lusa, observando que “mal seria se não houvesse candidatos, pois limitava o poder de escolha”.

O líder dos sociais democratas do Algarve, reagia assim às candidaturas de Pedro Passos Coelho, do eurodeputado Paulo Rangel e de José Pedro Aguiar-Branco, líder parlamentar do PSD.

Pedro Passos Coelho, que em 2007 disputou com Manuela Ferreira Leite a presidência do PSD, foi o primeiro a assumir a candidatura, seguindo-se, na quarta feira, o eurodeputado Paulo Rangel.

Aguiar-Branco já fez saber que irá entrar na disputa pela liderança dos sociais democratas, uma intenção que será divulgada na reunião do grupo parlamentar do PSD, na sexta feira.

Para o líder do PSD/Algarve, a existência de três candidaturas, permitirá clarificar ideias e "saber quem está com quem, num partido que precisa de estabilidade”, rejeitando a ideia de que possam aumentar as divisões internas.

O deputado e líder dos sociais democratas algarvios, considera que “a concorrência exercida com lealdade, nunca fez mal”, e aconselha “bom senso” aos candidatos porque, destaca, “quando existe paz podre, o futuro é negro”.

Segundo Bota, “ainda é muito cedo” para se saber quem será o melhor candidato para liderar o PSD, porque primeiro é preciso debater ideias “como a regionalização, e a regularização e contribuição para melhorar a democracia portuguesa”.

Lusa

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