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A proposta de orçamento apresentada pelo executivo foi chumbada na passada quinta-feira pela terceira vez pelos vereadores do PS e da CDU que, em conjunto (4), ultrapassam o número de vereadores do PSD (3).

Desde novembro que a proposta tem nota negativa da oposição, o que, segundo disse à Lusa a presidente da autarquia, Isabel Soares, pode pôr em causa o emprego de 57 funcionários, dependentes da aprovação do mapa de pessoal.

Os socialistas, por seu turno, dizem que só farão aprovar o orçamento quando forem realmente tidas em conta as sugestões por si apresentadas – que visam reduzir a despesa -, e quando as receitas forem mais realistas.

Em comunicado, o líder do PSD/Algarve, Luís Gomes, classifica a postura como sendo “incompreensível” e acusa o PS de conduzir uma “política de destruição” ao não aprovar a proposta de orçamento.

“O PSD/Algarve não entende como é que o PS, que a nível nacional e regional exige seriedade política e sentido de dever e de Estado aos seus adversários políticos, depois a nível local procede desta forma”, lê-se no comunicado.

Para os social-democratas, “torna-se claro” que, “independentemente de ser uma questão local ou não, o PS tem dois pesos e duas medidas, conforme está no executivo ou não”, concluem.

A agência Lusa tentou obter uma reação do presidente da Federação Regional do PS, Miguel Freitas, mas tal não foi possível até ao momento.

Lusa

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