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Sem ainda peso na classificação, esta super especial de abertura do rali serviu para definir a ordem de partida para sexta feira e proporcionar um espetáculo extra ao público.

Hirvonen cumpriu os 2,03 quilómetros da especial em 2.09,3 minutos, menos um décimo de segundo do que o segundo classificado, o argentino Federico Villagra (Ford).

Numa super especial que pouco ou nada decide em termos de rali, definindo apenas a ordem de saída para sexta feira diferença, os momentos altos foram as provas dos portugueses Armindo Araújo (Mitsubishi) e Bernardo Sousa (Ford), muito saudados pelo público.

Também os dois carros da Ford, conduzidos por Hirvonen e pelo finlandês Jari-Matti Latvala, receberam muitos aplausos, tendo os dois pilotos cativado o público luso ao levarem nas suas viaturas bandeiras portuguesas.

Entre os candidatos à vitória na prova lusa, na terceira posição ficou o norueguês Petter Solberg (Citroen), a sete décimos de Hirvonen, e com apenas menos um décimo do que o francês Sébastien Ogier (Citroen), quarto.

O francês Sébastien Loeb (Citroen), campeão do Mundo em título e líder do mundial, realizou o oitavo tempo, mas está apenas com 1,5 segundos de desvantagem para o líder.

Armindo Araújo (Mitsubishi), que neste rali não tem a preocupação de ter de amealhar pontos para o Grupo de Produção, além de ter feito o melhor tempo entre os portugueses, presenteou o público com um bom espetáculo, terminando a especial no 20.º posto, com mais 11,4 segundos do que Hirvonen.

O segundo melhor português foi o madeirense Bernardo Sousa (Ford), que gastou mais 1,8 segundos do que Araújo.

Além do espetáculo que uma super especial sempre proporciona ao público, o dia de hoje ficou marcado pela estreia do Rali Revival, uma prova que vai decorrer paralelamente ao Rali de Portugal e que colocará na estrada viaturas que brilharam em antigos ralis.

Na sexta feira, dia em que a competição arrancará "a sério", vão ser disputadas seis provas especiais de classificação, num total de 128,58 quilómetros.

Lusa

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