Inicio | Igreja | Religiosos a trabalhar no Algarve refletiram sobre a dimensão missionária de Maria

Religiosos a trabalhar no Algarve refletiram sobre a dimensão missionária de Maria

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo

Os consagrados – sacerdotes, irmãos ou irmãs, pertencentes a um(a) instituto/congregação religioso(a) – a trabalhar no Algarve iniciaram este mês de maio, dedicado na Igreja à Virgem Maria, com um encontro de reflexão sobre a Mãe de Jesus.

Realizada no primeiro dia do mês, a iniciativa, participada por cerca de três dezenas de consagrados e promovida pelo Secretariado Regional do Algarve da Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal (CIRP), teve lugar no Carmelo do Patacão (concelho de Faro).

O orador do encontro, que teve início com o acolhimento e a oração dinamizada pela comunidade das Carmelitas Descalças daquele Carmelo, foi o padre António Farias que abordou o tema “Maria, mulher de missão”.

Ao Folha do Domingo, o sacerdote espiritano lembrou que o tema se insere no Ano Missionário (outubro 2018 a outubro 2019) que a Igreja nacional está a viver por decisão da Conferência Episcopal Portuguesa.

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo

“O lema deste Ano Missionário é ‘Todos, Tudo e Sempre em Missão’ e nós vemos isso em Maria. Toda a sua vida foi uma vida em missão, pelo modo como ela se dispôs a acolher o plano de Deus, a sua presença constante ao lado do seu filho, em todas as pequenas intervenções que teve”, observou, considerando que o “momento mais forte” em que a Mãe de Jesus se pronuncia é na ocasião da visitação à sua prima Isabel. “É todo um texto missionário”, acrescentou, referindo-se ao ‘Magnificat’.

“E a nossa vida, façamos o que fizermos, deve ter essa atitude de quem está ao serviço de Deus na missão”, desenvolveu o sacerdote, explicando o núcleo do que transmitiu aos religiosos.

Para além do ‘Magnificat’, a reflexão do padre António Farias sobre a atitude missionária de Maria fundamentou-se em mais dois textos bíblicos que os consagrados analisaram: o próprio relato da visitação e a passagem das bodas de Caná.

A manhã terminou com a celebração da eucaristia e, após o almoço, realizou-se um momento de convívio e partilha, terminando o dia com a oração de vésperas com a comunidade algarvia das Carmelitas Descalças.

Verifique também

Primeira saída da imagem da Mãe Soberana do concelho de Loulé foi para visitar Silves

A história do culto e da devoção a Nossa Senhora da Piedade, popularmente evocada como …

Deixe uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.