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"É muito importante mas não é um jogo de vida ou de morte, porque faltam ainda 19 jogos. Este jogo vale seis pontos, pois são os três da vitória e outros três que não deixamos um adversário que tem os mesmos objetivos", disse Sérgio Conceição, na antevisão à partida.

O técnico dos algarvios prevê "um jogo difícil" entre duas equipas "que necessitam de ganhar porque precisam de pontos", sendo que os algarvios somam duas derrotas consecutivas e não vencem há um mês.

Sérgio Conceição tem ficado agradado com os elogios à sua equipa mas ressalva que tem faltado o mais importante, os triunfos, esperando que diante dos gilistas o panorama mude.

"Em relação ao ano passado, estamos a ter mais posse de bola e uma dinâmica de jogo interessante mas tem-nos faltado o que é essencial no futebol, que são os pontos e ganhar. É bom ouvir críticas positivas mas isso tem de se traduzir em pontos, esperemos que já a partir de amanhã [sábado]", disse.

As baixas devido a lesões, que deixam quatro atletas de fora, fizeram Conceição lembrar as palavras do homólogo do Gil Vicente, Paulo Alves, que disse que as duas equipas lutavam "com fisgas" e outros "com bazucas".

"Nós também estamos como eles e até temos que inventar elásticos para essas fisgas. No Gil Vicente ainda têm fisgas, mas nós, se calhar, nem fisgas temos – vai ter que ser à pedrada", ironizou, consciente de que "é nestes momentos difíceis que se veem as pessoas e o espírito competitivo que têm para superar essas dificuldades".

Olhanense e Gil Vicente, 12.º e 13.º classificados, respetivamente, ambos com 10 pontos, defrontam-se sábado, no Estádio José Arcanjo, em Olhão, às 16:00, com arbitragem de Rui Costa (Porto).

Lusa
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