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O Olhanense perdeu no reduto da Oliveirense, na primeira “mão” da segunda fase da Taça da Liga, devido a um golo de Yero, que se estreou a marcar pela equipa de Pedro Miguel.

No final, Dauto Faquirá sublinhou a crença de que “a equipa vai dar a volta e resolver a eliminatória em Olhão” e enalteceu os pontos que podem justificar a derrota em Oliveira de Azeméis.

“A dimensão do campo dificultou-nos o trabalho e a agressividade da Oliveirense também. Antevia uma segunda parte melhor e com mais espaços para colocar em campo a nossa qualidade, mas fomos penalizados pela expulsão (Anselmo viu o vermelho direto aos 57 minutos) e pelo próprio campo”, disse o treinador dos algarvios, que sublinha “a união do grupo e a lucidez da equipa”.

Do lado da Oliveirense, Pedro Miguel diz que a sua equipa “podia ter feito um pouco mais”, mas está satisfeito com um resultado “que abre boas perspetivas” para a segunda “mão” da eliminatória, em Olhão.

“Vamos com um golo de vantagem e temos de acreditar, sabendo que vamos passar por dificuldades e que vamos conseguir ultrapassá-las. O nosso objetivo é passar à fase seguinte, até porque não estamos a fazer o campeonato que desejávamos na Liga de Honra”, disse Pedro Miguel.

Para o treinador oliveirense, a equipa devia ter procurado ampliar a vantagem, sobretudo quando esteve com mais uma unidade em campo, e desvaloriza as criticas de Dauto Faquirá às dimensões do relvado do Estádio Carlos Osório.

“Já joguei em campos de dimensões iguais e sem problemas. Gostava de jogar futebol. Um desses campos era o do Farense, que representei com orgulho, e era muito difícil lá passar”, rematou o técnico da Oliveirense.

A segunda “mão” da segunda eliminatória da Taça da Liga está marcada para o 10 de novembro, em Olhão.

Lusa

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