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“Era bonito a cidade de Olhão ter um presente desses, mas, em primeiro lugar, é preciso pensar em ganhar o jogo de amanhã (sábado), canalizando energias e o pensamento para esta difícil partida”, referiu Daúto Faquirá, questionado sobre o “sonho” de chegar à final.

“A Taça de Portugal é uma competição a eliminar, na qual se conjugam algumas variáveis. Se eliminarmos o Nacional, ficam a faltar quatro jogos para chegar ao Jamor, mas tudo depende dos sorteios e de outras questões”, acrescentou.

Daúto Faquirá salientou, contudo, que o objetivo do clube é “chegar o mais longe possível”, à semelhança do que acontece na Taça da Liga: “São duas provas que servem de montra e janela de valorização para as equipas ditas não grandes, como nós”.

Apesar de ter pela frente uma equipa da Liga principal, quinto classificado com 17 pontos, mais dois do que os algarvios, que ocupam o sétimo lugar, o técnico do Olhanense até se revelou satisfeito pelo sorteio.

“Poderia ter calhado um adversário mais acessível, como também poderíamos ter de ir jogar fora. Para mim, é preferível defrontar um adversário forte, que nos faça ter os níveis de motivação em alerta e estejamos ao nosso melhor nível, com o rendimento à altura das dificuldades”, sublinhou.

Daúto Faquirá recusou a ideia de poupanças na equipa, “tirando alterações pontuais”, que passam pela saída do "onze" do guardião e lateral esquerdo habitualmente utilizados, Moretto (opção técnica) e Carlos Fernandes (lesão).

O jogo entre Olhanense e Nacional disputa-se no Estádio José Arcanjo, às 15.00, com arbitragem de Bruno Esteves (Setúbal).

Lusa
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