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"Temos mais um jogo importante e sou forçado, com naturalidade, a dizer o que outros treinadores disseram há quinze dias: estamos na altura em que temos que pensar que temos dez finais pela frente. Não sei com que condições, mas é nessa perspetiva que temos que olhar. Esta é uma delas", disse Manuel Cajuda, na antevisão à partida com os madeirenses.

Admitindo que a derrota caseira com o Vitória de Setúbal (0-1), na última ronda, "não foi boa", o técnico ressalvou que o resultado "não tornou as coisas impossíveis, apenas aumentou as dificuldades".

Cajuda acrescentou que o objetivo passa por encontrar "o número de pontos suficientes" para chegar ao final da época com a manutenção garantida.

"Perdemos com o Setúbal, mas se tivéssemos empatado seria suficientemente bom? Temos é que fazer mais pontos que os adversários nestas dez finais", salientou.

Sobre os ordenados em atraso, reconhecidos pela direção do clube, o técnico recorreu à sua experiência para assegurar que a equipa estará motivada, até porque nunca viu "uma nota ganhar um jogo, seja de 10 ou mais euros".

Para Manuel Cajuda, "ninguém resolve os problemas se estiver perturbado, desmotivado, se não procurar soluções, em vez de desculpas", pelo que os jogadores "têm que saber viver com as dificuldades, que são acrescidas, mas não são impossíveis".

O Nacional, 11.º classificado com 20 pontos, e o Olhanense, 14.º com 17, jogam domingo, às 16:00, no Estádio da Madeira, no Funchal.
Lusa

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