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"Na situação em que está, com toda esta conturbação, a equipa vai dar 112, 113, 120 por cento para mostrar que os jogadores são profissionais, apesar de não receberem", disse Jorge Rosário, que substituiu Sérgio Conceição na antevisão à partida de Leiria.

O plantel da União de Leiria fez greve ao treino da manhã de sexta-feira, devido a ordenados em atraso, mas a situação é desvalorizada pelo adjunto dos algarvios.

"Lembro-me que há muitos anos atrás, quando era jogador, passei por essas situações, e quando o árbitro apita para o início do jogo, isso passa tudo para trás das costas", afirmou Rosário.

O treinador-adjunto do Olhanense diz-se preocupado com o "valor individual de alguns jogadores e a situação em que eles estão", pois para o adversário será "um jogo quase de vida ou de morte".

Como o equilíbrio entre as duas equipas "é muito grande", o jogo poderá ser resolvido pela "inspiração individual" de qualquer elemento dos dois conjuntos.

A União de Leiria, 16.ª e última classificada, com 15 pontos, recebe segunda-feira o Olhanense, oitavo, com 23, em jogo marcado para o Estádio Municipal da Marinha Grande, às 20.15, com arbitragem de Bruno Paixão (Setúbal).

Folha do Domingo/Lusa
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