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Desidério Silva e Cecília Meireles reuniram-se em Vilamoura, à margem da inauguração oficial do International Golf Travel Market (IGTM), a maior feira mundial dedicada à indústria de viagens de golfe, num encontro que contou também com a participação do presidente do Turismo de Portugal, Frederico Costa.

O presidente do Turismo do Algarve explicou à agência Lusa que entre os principais assuntos debatidos estiveram a questão dos voos e dos operadores com destino à região e a necessidade de se criarem novas rotas, sobretudo no inverno, ou a necessidade de refletir na nova legislação, em termos de financiamento, a importância que a região tem.

“Saio da reunião satisfeito porque consegui transmitir as posições que tenho defendido para a região e houve um interlocutor que soube ouvir e vai com certeza também procurar respostas. E consegui que a secretária de Estado assumisse claramente que o Algarve é uma região estratégica em termos de receita e importância para o país”, afirmou Desidério Silva.

O recém-eleito e empossado presidente da Entidade Regional de Turismo do Algarve (ERTA) disse que a sua direção entende que “sem voos não há turistas e é preciso fazer uma procura para cativar os operadores e agentes que podem ter capacidade para aumentar o número de voos para a região”, item que considerou ser “importantíssimo” e para o qual o Turismo de Portugal vai também contribuir.

O presidente da ERTA frisou que é também “necessário que a Secretária de Estado e o Turismo de Portugal percebam que o Algarve é a região mais importante do país em termos turísticos, com maior número de dormidas e de camas, e que no contexto da nova legislação este seja um fator de valorização em termos de transferências de verbas com vista à promoção”.

“É necessário que o Algarve se assuma numa voz única. E falei desta vontade que tenho de falar com as associações todas e com as câmaras para encontrar pontes e formas de promover a região no seu todo, com a especificidade que cada município tem”, acrescentou.

Outro dos assuntos para o qual o dirigente da ERTA disse que alertou foi para a importância da continuidade no Algarve do Rali de Portugal, prova pontuável para o Campeonato do Mundo, após o termo do atual contrato, que termina em 2013.

“Questionei sobre a continuidade do Rali de Portugal, que está segura ainda no próximo ano. A partir daí tem que ser negociado e não está fora essa hipótese. Isso é importantíssimo e foi colocado em cima da mesa”, precisou.

Lusa
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