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O objectivo é que as IPSS possam construir equipamentos sociais.

Em causa estão, segundo os vereadores do PS, 11 equipamentos sociais aprovados pelo Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais (PARES) durante a anterior gestão camarária socialista, "correspondentes a seis creches, um jardim-de-infância, um lar de idosos, dois centros de dia e um lar e residência autónoma para pessoas com paralisia cerebral".

A Câmara Municipal assumiu 35 por cento do investimento e o restante é assegurado pela Segurança Social e pelas próprias Instituições Particulares de Solidariedade Social.

"Os vereadores do Partido Socialista na Câmara de Faro propuseram à actual maioria municipal a venda de imobiliário devoluto (nomeadamente terrenos e imóveis abandonados no centro da cidade), como forma de a Câmara Municipal cumprir os compromissos financeiros assumidos com as IPSS’s na execução destes equipamentos e simultaneamente, contribuir para a reabilitação de edifícios propriedade do Município que se encontram actualmente abandonados no Centro Histórico", explicou a vereação socialista.

A proposta socialista surge depois de, no passado fim-de-semana, ter sido inaugurada a segunda das seis creches previstas para a cidade de Faro.

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