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Numa entrevista ao jornal italiano Gazzetta dello Sport, o corredor da Sky, nascido no Quénia, traçou o plano da época, que arrancará na prova portuguesa.

“Vou começar no Algarve, em fevereiro, e depois, provavelmente, continuarei no Tirreno-Adriático, em março, e apostarei tudo no Tour, que é mais duro do que o último. No ano passado, o Alpe d’Huez não estava no traçado e desta vez teremos de subi-lo duas vezes na mesma etapa”, disse.

No entanto, a presença do britânico na “Algarvia” não está confirmada, já que, em setembro, o presidente da Associação de Ciclismo do Algarve, Rogério Teixeira, disse à Lusa que a edição de 2013 estava em risco de não se realizar devido a questões financeiras.

Chris Froome aproveitou também para negar mais uma vez ter tentado “trair” Bradley Wiggins, o seu companheiro de equipa que se tornou no primeiro britânico a vestir a camisola amarela final.

Numa autobiografia, Wiggins acusou-o de ter atacado nos Pirenéus, de modo a roubar-lhe a liderança da prova.

“Lamento que ele o tenha visto dessa maneira. Nunca corri contra ele, mesmo que muita gente o tenha pensado. Se ataquei foi para ganhar tempo àqueles que estavam atrás de mim, sobretudo o Nibali, que é um grande corredor e que será o grande rival de Wiggins no Giro 2013. Sou sempre 100 por cento leal”, garantiu.

Lusa
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