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Júlio Barroso (PS) adiantou que a vice-presidente tinha pedido “algum tempo para poder estar recatada” e assegurou que a situação era “do âmbito pessoal”, não estando em causa motivos de ordem política.

A vice-presidente confirmou à Lusa que pediu suspensão de mandato "por um problema de saúde" e negou qualquer motivo político.

O requerimento de Joaquina de Matos para suspensão de mandato até finais de setembro surge numa altura em que a autarquia atravessa uma grave crise financeira.

O vereador Nuno Marques (PSD) defende que a decisão de suspensão do mandato de Joaquina de Matos deve ser “respeitada”, mas chama a atenção para o facto de existir desde “há alguns meses uma notória descoordenação entre o presidente Júlio Barroso e a sua vice-presidente”.

“Era costume marcarem presença em reuniões alternadamente”, adiantou à agência Lusa.

Na distribuição de pelouros, Joaquina de Matos ficou com Educação e Cultura, Património histórico e cultural, Saúde, Ação Social e Habitação Social, Edificação (nomeadamente o licenciamento de obras, fiscalização de obras particulares, processos de embargo e contraordenação) Arquivo Municipal, Assuntos da Divisão Jurídica, Planeamento e desenvolvimento urbano e Defesa do Consumidor.

O executivo presidido por Júlio Barroso informou na semana passada que ia avançar “com caráter de urgência” para a execução de um plano de saneamento financeiro no valor de 27 mil euros e que este “deverá ser elaborado num curto espaço de tempo, de forma a estar concluído em setembro, para que possa integrar as grandes opções do plano e orçamento para 2012”.

Lusa
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