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Os símbolos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) visitaram ontem de manhã, ao som do hino do evento que decorrerá em 2023 em Lisboa, o Colégio de Nossa Senhora do Alto em Faro.

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo
Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo

O momento destinado à oração da manhã foi ontem diferente. As turmas do pré-escolar ao 9º ano foram passando diante dos símbolos da JMJ para lhes ser explicado o seu significado e a razão de terem vindo a Portugal, começando essa peregrinação pela Diocese do Algarve e culminando na de Lisboa que receberá a próxima edição daquele encontro mundial da juventude com o Papa. Os alunos tiveram momentos de reflexão, oração e festa com a cruz e o ícone.

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo
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“A cruz está vazia. Parece pobre. Não tem a imagem de Jesus. Porquê? Porque cada um deve pôr na cruz a sua história pessoal. Jesus ao ir para a cruz levou a história de toda humanidade”, afirmou-lhes o cónego Carlos César Chantre, diretor geral daquele estabelecimento de ensino da Diocese do Algarve.

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Os símbolos da JMJ estão a percorrer o Algarve, segundo um itinerário já divulgado, até ao dia 27 de novembro. Nesse dia serão levados até Mértola, onde serão entregues aos representantes da vizinha Diocese de Beja.

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo
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A Cruz da JMJ foi entregue pelo Papa João Paulo II aos jovens em abril de 1984 e marcou o início de uma peregrinação da juventude de todo o mundo; em 2000, o mesmo pontífice confiou aos jovens uma cópia do ícone de Nossa Senhora ‘Maria Salus Populi Romani’.

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo
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