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A equipa de cerca de 70 pessoas vai trabalhar no evento cuja cabeça de cartaz é o espanhol Alberto Contador (Astana), e campeão do "Tour", montando e desmontando o "circo" das partidas e das chegadas nos cinco dias de prova e assistindo as 23 equipas de nove países a compor um pelotão de 184 atletas.

"Com as eleições, enfrentámos mais dificuldades em termos de resposta por parte das autarquias, mas o trabalho e a carolice do costume deram para que corresse tudo bem", disse à Agência Lusa o presidente da Associação de Ciclismo do Algarve, Rogério Teixeira.

Para o responsável, a "Algarvia" já se conseguiu transformar num "momento importante da época para as equipas de topo". As "excelentes condições hoteleiras, de clima e até das estradas da região" são outros "trunfos" para seduzir os melhores conjuntos do ciclismo internacional.

Em termos de segurança, 15 elementos da Guarda Nacional Republicana e sete "motards" especializados vão guiar a caravana pelo percurso de mais de 700 quilómetros, com perto de 60 veículos em circulação, em troços efetuados por vezes a alta velocidade.

Nas retas da meta, a estrutura de animação inclui uma feira com "stands" dos parceiros institucionais, animada por insufláveis, vários passatempos e exibições artísticas para o público, protegido por 130 baias de segurança.

Além da verba mínima imposta pela União Ciclista Internacional pela presença das equipas na corrida (cerca de 2000 euros por conjunto), os organizadores, nomeadamente as 10 autarquias envolvidas e outros patrocinadores, ficam encarregues de proporcionar refeições e alojamento para todos os elementos de cada "staff": mais de 200 pessoas.

Há um ano, com menos uma equipa concorrente, foram providenciadas 1710 dormidas, 4240 refeições e consumidos 8900 litros de combustível, por exemplo.

Lusa

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