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Volta ao Algarve em bibicleta ‘chama’ dez equipas da elite e seis portuguesas

Foto © EPA/Luís Forra

A 43.ª edição da Volta ao Algarve em bicicleta, entre 15 e 19 de fevereiro, contará com dez equipas da WorldTour, quatro da Continental Profissional e sete do terceiro escalão, seis delas portuguesas, anunciou hoje a organização.

A Efapel, LA Alumínios-Metalusa, Louletano-Hospital de Loulé, RP-Boavista, Sporting-Tavira e W52-FC Porto formam o grupo de equipas portuguesas na prova algarvia, que terá um total de 770,2 quilómetros, repartidos por cinco etapas.

Completa este terceiro escalão a formação norte-americana da Rally Cycling.

Astana (Cazaquistão), Bora-hansgrohe (Alemanha), Cannondale-Drapac (Estados Unidos), Dimension Data (África do Sul), FDJ (França), Katusha-Alpecin (Suíça), Lotto NL-Jumbo (Holanda), Lotto Suudal (Bélgica), Movistar (Espanha) e Quick-Step Floors (Bélgica) formam o grupo de ‘elite’ da Volta ao Algarve.

Da categoria Continental Profissonal inscreveram-se a Caja Rural-Seguros RGA (Espanha), Gazprom-RusVelo (Rússia), Manzana Postobón (Colômbia) e Wanty-Groupe Gobert (Bélgica).

“O desenho final do percurso confirma a corrida portuguesa como uma competição ideal para início de época, conjugando o espetáculo com as necessidades desportivas dos ciclistas e das equipas em começo de temporada”, refere a organização da prova em comunicado.

Os responsáveis explicam que o “trajeto mantém-se fiel ao conceito das anteriores edições, apresentando duas etapas propícias para velocistas, duas chegadas em alto e um contrarrelógio individual”.

“Da conjugação destes fatores deverá sair como vencedor um corredor completo, à semelhança do que tem acontecido nos últimos anos”, referem ainda.

O primeiro grande destaque é apontado para a segunda etapa, que ligerá, a 16 de fevereiro, Lagoa à Fóia, num total de 189,3 quilómetros, “o primeiro teste entre os candidatos à camisola amarela final”.

“A chegada do ponto mais alto do Algarve (900 metros) irá ser feita por uma vertente diferente da do ano anterior. A escalada para a meta terá 9,1 quilómetros e uma inclinação média de 6,2 por cento. No entanto, o primeiro quilómetro desta subida tem rampas duríssimas e uma média de inclinação de 9,6 por cento”, descreve a organização.

Logo no dia a seguir, disputa-se o contrarrelógio, um trajeto de 18 quilómetros com partida e chegada em Sagres.

Segue-se mais um dia dedicado aos ‘sprinters’, na mais longa etapa desta edição, entre Almodôvar e Tavira, na distância de 203,4 quilómetros, uma ‘maratona’ que embala para a quinta e última etapa, que termina com a subida do Malhão (2,8 km, com inclinação média de 8,9 por cento), onde estará colocada a meta, ao fim de 179,2 km.

Etapas de 2017

15 fev: 1.ª Etapa: Albufeira – Lagos, 180,3 km

16 fev: 2.ª Etapa: Lagoa – Fóia (Monchique), 189,3 km

17 fev: 3.ª Etapa: Sagres – Sagres (C/R Individual), 18 km

18 fev: 4.ª Etapa: Almodôvar – Tavira, 203,4 km

19 fev: 5.ª Etapa: Loulé – Malhão, 179,2 km

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