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Volta ao Algarve 2018 com 20 equipas confirmadas e cinco vagas por preencher

A 44.ª edição da Volta ao Algarve em bicicleta, apresentada oficialmente em Faro na terça-feira com três novidades no percurso, conta já com 20 equipas confirmadas, incluindo nove do World Tour e nove portuguesas, e cinco vagas por preencher.

Entre as duas dezenas de equipas que já garantiram a presença na ‘Algarvia’, que se disputa entre 14 e 18 de fevereiro de 2018, destacam-se as nove do WorldTour, a primeira divisão internacional.

A BMC Racing Team (Estados Unidos), que já não visitava o Algarve desde 2012, está de regresso, enquanto a Team Sunweb (Alemanha), equipa campeã mundial em título, e a UAE Team Emirates (Emirados Árabes Unidos), vão estrear-se.

Bora-hansgrohe (Alemanha), Lotto Soudal (Bélgica), Quick-Step Floors (Bélgica), Team Dimension Data (África do Sul), Team Katusha Alpecin (Suíça) e Team Lotto NL-Jumbo (Holanda) compõem o lote de equipas do World Tour já confirmadas.

Na conferência de imprensa de apresentação da prova, realizada na sede da Região de Turismo do Algarve, em Faro, Delmino Pereira, presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, que organiza a competição, foi questionado sobre a possível participação de Christopher Froome, chefe de fila da Team Sky e vencedor da Volta a França em quatro ocasiões.

“Não se sabe nada neste momento. O que sabemos é que o diretor-geral da Sky está em dúvida sobre a presença na Volta ao Algarve ou na Volta à Andaluzia. Estarmos a apresentar a prova e o percurso com mais de dois meses de antecedência pode ser importante”, disse o dirigente.

A Cofidis (França) e a Wanty-Groupe Gobert (Bélgica), as duas principais equipas do escalão continental profissional, também vão estar presentes na Volta ao Algarve, enquanto o pelotão português alarga-se este ano de seis para nove equipas.

A Federação Portuguesa de Ciclismo confirmou a presença de Aviludo-Louletano-ULI, Efapel, LA Alumínios, Liberty Seguros-Carglass, Miranda-Mortágua, Rádio Popular-Boavista, Sporting-Tavira, Vito-Feirense-BlackJack e W52-FC Porto, todas elas equipas continentais.

As cinco equipas que vão fechar o pelotão, num total de 25 formações e 175 corredores, vão ser selecionadas entre as 17 formações – cinco delas do WorldTour – com as quais ainda decorrem contactos.

Na edição de 2017, conquistada por Primoz Roglic (Team Lotto NL-Jumb), a ?Algarvia’ contou com 12 equipas da primeira divisão do ciclismo internacional.

A corrida mantém, na sua 44.ª edição, as cinco etapas e um total de 773,5 quilómetros, com “o figurino que tem garantido o sucesso” e cuja continuidade foi pedida pelas equipas participantes em 2017: duas etapas com previsível chegada ao ‘sprint’, duas chegadas em alto e um contrarrelógio individual.

Em relação à edição de 2016, a organização alterou a subida à Fóia (Monchique) para o percurso mais longo, de 15 quilómetros, na segunda etapa, mudou a base do contrarrelógio para Lagoa (o ano passado foi em Sagres, Vila do Bispo), na terceira tirada, enquanto Faro regressa ao itinerário para servir de partida para a quinta e última etapa.

A federação pretende que a liderança seja discutida até à etapa final, com a meta no alto do Malhão, em Loulé, incentivando os participantes a assumirem uma postura ofensiva através da ausência de bonificações, “que obrigará a ganhar tempo com ataques de longe”.

A prova voltará a contar com transmissão televisiva para mais de 50 países, com a cobertura garantida pela Eurosport, que em Portugal a partilhará com a TVI24.

Delmino Pereira destacou a ‘Algarvia’ como “um dos principais eventos desportivos realizados em Portugal, pela projeção internacional e pela qualidade desportiva”, enquanto o presidente da Região de Turismo do Algarve salientou a exigência imposta pela edição anterior.

“Depois de um processo complicado há um ano para conseguir a transmissão televisiva, mas tendo a noção dos resultados, estarmos a fazer esta apresentação a dois meses da Volta mostra que pensámos as coisas com tempo e de forma organizada. A visibilidade internacional adquirida com a transmissão televisiva faz toda a diferença, por chegarmos a mais pessoas”, afirmou Desidério Silva.

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