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Aliança Salvar Faro considera que fundos comunitários para o Algarve são “gota no oceano”

Jose_vitorinoA Aliança Cívica Salvar Faro com Coração qualificou como “uma gota de água no oceano” o montante de fundos comunitários destinado ao Programa Operacional do Algarve, que vai ser, segundo o movimento independente, de 1% do total nacional.

Os cerca de 300 milhões de euros de fundos comunitários destinados à região deixam o Algarve perante uma “penalização e injustiça”, defendeu o movimento autárquico liderado pelo antigo presidente da Câmara de Faro José Vitorino, frisando que a verba “representa cerca de 1% de um total nacional, da ordem dos 30.000 milhões”, e “3,4 % dos 9.348 milhões para todos os Programas Operacionais”.

“Perante o forte periferismo, profundos desequilíbrios estruturais e um número anual de visitantes superior a toda a população portuguesa (mais de 10 milhões), a Aliança Salvar Faro considera que os 319 milhões previstos no Programa Operacional do Algarve são uma gota de água no oceano das necessidades”, referiu o movimento liderado pelo antigo presidente da Câmara de Faro José Vitorino.

A Aliança Salvar Faro Com Coração observou que, embora se tenham feito infraestruturas nos últimos 25 anos com apoios comunitários, o Algarve tem “as infraestruturas, os equipamentos e meios humanos na saúde, a segurança, as estradas (Estrada Nacional 125 e outras), a linha férrea, os portos, etc.” em “défice e rutura”.

A Aliança considerou que o Governo tem que “criar condições para haver mais empregos e captar mais turistas, com um turismo competitivo sem ser pela baixa de preços, e apostar forte na pesca, agricultura, comércio e indústria”.

“Revitalizar os dois terços do território abandonados, avançar com a ligação ferroviária a Andaluzia e criar condições para pôr fim às portagens, requalificar de vez a EN125 e variantes, construir o novo Hospital Central e rede de saúde, requalificar a linha férrea e ligar ao aeroporto, portos e docas de recreio” são outras das metas que a Aliança Salvar Faro apontou.

Por isso, o movimento independente quer que sejam “introduzidas alterações profundas” no modelo do Quadro de Referência Estratégico Nacional 2014-2020.

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