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Macário Correia explicou que o encontro pretende ser um espaço de debate, onde “serão analisados os impactes que a introdução de portagens na A22 terá na economia e desenvolvimento do Algarve”.

O presidente da Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL) e presidente da Câmara de Faro, acredita que as portagens terão um “impacte negativo na economia”, e que espera que o Governo “recue” na decisão de taxar os utilizadores da Via do Infante.

“As conclusões do encontro serão apresentadas” ao secretário de Estado das Obras Públicas, na quarta-feira durante uma reunião solicitada pela Plataforma, contou à Lusa o presidente da AMAL

A iniciativa está marcada para começar às 15:00, no Auditório da Associação Empresarial da Região do Algarve (NERA), onde vão participar autarcas da região e vários especialistas da área da Economia regional, Turismo, Ambiente e Mobilidade.

Além da AMAL, integram a Plataforma cinco associações empresariais – Associação do Comércio e Serviços da Região do Algarve (ACRAL), Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA), Associação dos Industriais Hoteleiros e Similares do Algarve (AIHSA), Confederação dos Empresários do Algarve (CEAL) e NERA – e a comissão de utentes da A22 e as duas centrais sindicais – UGT e CGTP.

O fórum “Portagens no Algarve – impacto económico e social” insere-se no conjunto de ações que a Plataforma prevê realizar até ao dia 15 de abril, altura em que serão implementadas as portagens naquela via que atravessa o Algarve entre Vila Real de Santo António e Lagos.

Folha do Domingo/Lusa
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