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© Samuel Mendonça/arquivo
© Samuel Mendonça/arquivo

O Banco Alimentar Contra a Fome recolheu no Algarve, no último fim de semana, cerca de 158 toneladas de alimentos, menos 15 do que as conseguidas na região na campanha realizada na mesma altura do ano passado, mas mais 14 toneladas do que as conseguidas na região na última campanha, realizada em maio/junho.

No total do país foram doadas 2.767 toneladas de géneros alimentares, informou ontem a organização. “Os resultados surpreendem pela solidariedade que os portugueses voltam a demonstrar, continuando – e apesar das grandes dificuldades económicas para muitas famílias portuguesas – a apoiar de forma tão significativa uma iniciativa em que acreditam e que os mobiliza, destinada a minorar as carências alimentares com que muitos dos seus concidadãos se debatem”, realça a Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome, em comunicado.

Os resultados desta ação, realizada num universo de 1.895 superfícies comerciais, também a nível nacional ultrapassam os que foram alcançados pela que teve lugar em maio e são também ligeiramente inferiores aos obtidos na campanha levada a cabo no mesmo período do ano passado.

Estes números não incorporam ainda os resultados da Campanha Vale nem da campanha ‘online’, os quais têm adquirido um peso cada vez maior nas contribuições dos particulares, como realça a organização, indicando que haverá possibilidade de contribuir através das mesmas ao longo da próxima semana.

“Congratulamo-nos por continuar a mobilizar tantos portugueses e suscitar estes elevados níveis de participação numa campanha de solidariedade que se realiza já pela 44.ª vez consecutiva e por merecer a confiança para poder ajudar aqueles que mais precisam (…). Tudo somado, os resultados são extraordinários”, sublinhou a presidente da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares contra a Fome, Isabel Jonet, no mesmo comunicado.

Os alimentos recolhidos vão ser distribuídos, a partir da próxima semana, a um total de 2.280 Instituições de solidariedade social, que as vão entregar a cerca de 418 mil pessoas com carências alimentares comprovadas sob a forma de cabazes ou refeições confecionadas.

com Lusa

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