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Rivercamp_2014 (28)O núcleo de Olhão da Fraternidade de Nuno Álvares (FNA), associação dos antigos filiados no Corpo Nacional de Escutas (CNE), promoveu nos passados dias 26, 27 e 28 de setembro o I Rivercamp em parceria com os agrupamentos escutistas 1200 de Quelfes e 1255 de Moncarapacho.

A atividade, que consistiu na construção de jangadas para fazer a travessia de ida e volta entre o Parque Natural da Ria Formosa, em Olhão, e a Armona, com pernoita naquela ilha-barreira da Ria Formosa, contou a participação de cerca de 55 Pioneiros (escuteiros dos 14 aos 18 anos) e Caminheiros (escuteiros dos 18 aos 22 anos) dos dois agrupamentos do CNE.

Esta iniciativa procurou desenvolver o instinto de sobrevivência e teve como objetivo fomentar a partilha, a união, o espírito de grupo e a comunhão entre os participantes.

Chegados à ilha da Armona, os escuteiros foram divididos por tribos e coloridos com pinturas indígenas, para a realização de um jogo de pista que tinha como objetivo encontrar os respetivos totens. Após o jantar-convívio, realizaram a montagem dos abrigos, seguindo-se a oração, o fogo de conselho e um passeio noturno na ilha para identificação de espécies marinhas.

O regresso ao Parque Natural da Ria Formosa e a desmontagens das jangadas realizou-se no domingo de manhã (28 de setembro), seguindo-se a avaliação da atividade, o momento do adeus e um almoço partilhado.

Para além do Parque Natural da Ria Formosa, o I Rivercamp contou com o apoio da Capitania do Porto de Olhão e da Polícia Marítima.

O chefe Nuno Duarte, presidente do núcleo de Olhão da FNA, adiantou ao Folha do Domingo que a iniciativa deve continuar no próximo ano, com a possibilidade de participação, não só de agrupamentos do concelho mas a outros vizinhos.

Aquele dirigente, que faz um balanço bastante positivo da edição inaugural do Rivercamp, destaca a aprendizagem de trabalho em grupo, sendo que os elementos das equipas formadas não se conheciam entre si.

O Núcleo João Paulo II de Olhão da FNA é composto por sete elementos ativos e tem apenas um ano de existência. No Algarve existe também um outro núcleo em Lagoa.

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