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Esta iniciativa, que visa confiar à proteção da Mãe Soberana todo o labor académico que inicia, tem organização conjunta da assistência pastoral do INUAF e da Associação de Estudantes do mesmo instituto que nos últimos anos têm procurado enriquecê-la e dar-lhe dinamismo.

Assim, os estudantes, tendo partido em conjunto do Largo do INUAF, foram acolhidos pelos assistente pastoral, o padre António de Freitas, no Largo de São Francisco, onde também se encontrava um número largo de familiares e outros louletanos que habitualmente acompanham os estudantes nesta noite de peregrinação.

Ali, foram chamados a acender as velas e convidados a olhá-las, ao longo do caminho percorrido em silêncio. “Sois convidados a fixar as vossas velas a partir de três perspetivas: como sinal de Cristo que vos ama profundamente, que mantém sempre aceso esse amor e vem sempre ao vosso encontro para iluminar as vossas vidas; como sinal da vossa vida que se deve consumir, de maneira útil e com sentido, e perguntando-vos como quereis gastar as vossas vidas à semelhança da vela; e, por fim, como sinal do que sois chamados a serdes hoje: luzes de esperança que não se deixam apagar no meio da noite escura em que vivemos”, desafiou o padre António de Freitas.

Após este primeiro momento, rumaram em silêncio até ao Santuário, parando antes, no sopé no monte da Nossa Senhora da Piedade, para escutar e refletir em torno de uma passagem bíblica. “Estais destinados a ir e a dar «fruto» abundante e deveis pensar em preparar a «árvore» da vossa vida desde já, não o deixando para mais tarde, porque então será o tempo de dar «fruto» e não o tempo de preparações à pressa”, exortou o assistente pastoral.

“Deveis dar o melhor de vós mesmos na vida académica, porque fomos criados por Deus para o mais, o melhor e o sublime e não para o menos ou para a mediocridade. Não sigais a tendência generalizada de gostar de ser geração à rasca, pois o que somos chamados a ser é uma geração bem preparada, que deverá lutar para desenrascar a situação em que nos colocaram”, acrescentou o sacerdote.

Depois da subida até ao Santuário, os participantes rezaram junto da Mãe Soberana a oração de consagração do estudante. Terminado este momento, foi aberto um espaço para a oração pessoal no interior da igreja e de convívio na parte exterior.

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