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Grupo algarvio, um dos maiores do contingente português para a JMJ do Panamá, iniciou preparação

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo

Um dos maiores grupos do contingente português na Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que vai decorrer de 23 a 27 de janeiro de 2019 no Panamá, será o da Diocese do Algarve com 30 jovens.

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo

A diocese algarvia será representada no encontro mundial de jovens com o papa Francisco por participantes das paróquias de Silves (9), Paderne (4), Quarteira (3), Ferreiras (3), São Pedro de Faro (2), Portimão (1), Tavira (1), Loulé (1) e Olhão (1) e ainda por dois elementos, oriundos da paróquia da Conceição de Faro, que participarão no evento como voluntários.

O grupo algarvio – o maior que compõe o total de 98 portugueses inscritos através do Departamento Nacional da Pastoral Juvenil – incluirá ainda três sacerdotes: os padres Nelson Rodrigues, assistente do Setor Diocesano da Pastoral Juvenil (SDPJ), Tiago Veríssimo e Adelino Ferreira.

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo

Ao Folha do Domingo, o padre Nelson Rodrigues explicou que a maior participação algarvia numa JMJ ocorrida num continente fora da Europa irá dever-se ao apoio “muito grande dos párocos e das paróquias” dos participantes. Por outro lado, o sacerdote destacou o esforço feito pelos participantes na organização das suas vidas para poderem participar no evento que decorre pela primeira vez em pleno ano escolar.

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo

Na primeira formação de preparação para os participantes algarvios, que decorreu na passada sexta-feira nas instalações da igreja de São Pedro do Mar, em Quarteira, o assistente do SDPJ destacou que o encontro mundial será, sobretudo, para “estar com Jesus Cristo”. “Quando nos metermos no avião para irmos para o Panamá temos de ter esta consciência de que vamos nos encontrar com Jesus”, afirmou, lembrando que a JMJ é “o maior evento de juventude a nível mundial”.

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo

Após a oração da manhã, o padre Tiago Veríssimo recordou aos participantes a origem das JMJ, instituídas em 1985 pelo falecido papa São João Paulo II, tendo como objetivo “promover o encontro dos jovens com Cristo”, para que sejam os “embaixadores da paz, da unidade, da fraternidade entre todos os povos”. “Têm todas um tema que nos ajuda a aproximar de Cristo, a perceber o que é que Ele quer da nossa vida e da nossa juventude. Estas jornadas ajudam a percebermos que Ele transforma a nossa vida se a gente o desejar e que com Cristo a gente pode transformar o mundo”, observou o sacerdote.

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo

O primeiro encontro de preparação dos participantes algarvios na JMJ do Panamá contou como formador com o Tomás Virtuoso, o jovem português que representou o Secretariado Internacional das Equipas Jovens de Nossa Senhora na reunião pré-sinodal com o papa, realizada em março, como encontro preparatório para o Sínodo dos Bispos que está a decorrer em Roma.

Depois deste encontro inicial de formação, os algarvios terão mais dois para “aprofundar a mensagem do papa” para a JMJ, o próximo a realizar no dia 10 de novembro na paróquia de Ferreiras que incluirá almoço partilhado e o último nos dias 5 e 6 de janeiro, na paróquia de Silves, que incluirá uma bênção de envio dos 30 participantes ao encontro mundial realizada pelo bispo do Algarve.

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo

Filipe Rossa, membro da equipa do SDPJ e um dos inscritos para a JMJ que já participou em cinco daqueles encontros com os papas João Paulo II, Bento XVI e Francisco, alertou que a preparação não se limita àquelas reuniões de formação. “As minhas jornadas começam sempre no dia em que acaba a anterior”, afirmou, realçando a importância da “preparação física, mental e espiritual”. “Essa preparação é vivida em família, mas principalmente em paróquia”, sublinhou.

A Igreja algarvia tem marcado presença ao longo da história das JMJ. Participou na primeira em 1985 em Roma com dois autocarros com cerca de cem participantes e voltou a participar em 1989, em Santiago de Compostela, com 50 jovens. A presença algarvia repetiu-se em Paris (1997) com 150 elementos, em Roma (2000) com 400 elementos, em Colónia (2005) com 113 elementos, em Sidney (2008) com 13 elementos, em Madrid (2011) com 232 elementos, no Rio de Janeiro (2013) com 39 elementos e em Cracóvia (2016) com 104 elementos.

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