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Heliporto da Culatra voltou a ser útil em situação de emergência

Helicoptero_culatraO heliporto da Culatra, construído clandestinamente em setembro de 2013 em pleno Parque Natural da Ria Formosa, voltou a ser utilizado nos últimos  dias em situação de emergência.

A placa de betão armado para a aterragem de helicópteros, construída à revelia das autoridades e que foi considerada ilegal, foi utilizada pela Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) que ajudou o distribuidor de serviço de energia elétrica a repor o seu fornecimento às ilhas da Armona e Culatra, afetadas desde quinta-feira.

O heliporto foi utilizado pela primeira vez em abril deste ano em situação de emergência, para transportar para o hospital uma mulher com problemas cardíacos.

A ANPC procedeu, no âmbito das suas missões de interesse público, ao transporte aéreo de três geradores de energia da EDP destinados a suprir a falta de alimentação elétrica que, desde quinta-feira, pelas 15:00, afetou o fornecimento de eletricidade aos habitantes daquelas ilhas barreira.

A quebra de fornecimento elétrico, que  só no domingo foi restabelecido, ficou a dever-se, segundo a ANPC, “a um problema verificado ao nível do cabo submarino de alimentação de energia”.

Este cabo atravessa a ria Formosa por baixo de água até às ilhas barreira e as “condições desfavoráveis do estado do mar” não permitiram a pronta intervenção reparadora do referido cabo elétrico pelos técnicos da EDP, acrescentou a Autoridade Nacional de Proteção Civil em comunicado.

Os geradores foram então transportados “por um helicóptero KAMOV da frota de meios aéreos da ANPC” para “assegurar provisoriamente a energia aos habitantes locais” enquanto o problema não foi resolvido.

O KAMOV que realizou a missão operou a partir da base de helicópteros de serviço permanente da ANPC, sediada em Loulé.

com Lusa

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