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© Samuel Mendonça
© Samuel Mendonça

O financiamento para o Polis Litoral Sudoeste não foi assegurado na totalidade no Quadro Comunitário 2007-2013, sendo necessário assegurar as verbas no Quadro Comunitário 2014-2020, alertou o presidente da Sociedade.

Em declarações à Lusa, o presidente do conselho de Administração da Sociedade Polis Litoral Sudoeste salientou que não foi possível “assegurar totalmente”, no âmbito do anterior Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), o financiamento para aquele programa – e em particular para as ações previstas para Aljezur e Vila do Bispo.

“Na eventual impossibilidade de se garantir, neste âmbito, o financiamento destas ações, torna-se fundamental que tal seja assegurado no próximo quadro comunitário [2014-2020], por forma a evitar que a intervenção de requalificação e valorização do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina (…) se revele incompleta e desvirtuada”, acrescentou André Matoso.

O investimento do programa Polis Litoral Sudoeste para o concelho de Aljezur é na ordem dos sete milhões de euros e para o concelho de Vila dos Bispo cifra-se nos 7,5 milhões de euros.

O programa Polis Litoral Sudoeste integra a requalificação e valorização da orla costeira dos concelhos de Sines, Odemira, Aljezur e Vila do Bispo, abrange uma área de intervenção de 9.500 hectares, cujo valor global de investimento ronda os 47 milhões de euros.

Este programa, à semelhança de outros Polis, como o Polis Litoral Ria Formosa (no Algarve) e o Polis Litoral Norte, Ria de Aveiro e Litoral Sudoeste, é da responsabilidade da empresa pública Parque Expo, cuja extinção foi anunciada pelo ministro do Ambiente para ocorrer ao longo de 2014.

O investimento previsto para os Polis é de 300 milhões de euros, sendo que 80% desse valor advém de fundos comunitários.

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