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Diocese do Algarve promoveu Jornadas de Ação Sociocaritativa

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo

A Diocese do Algarve promoveu no passado sábado as XVIII Jornadas de Ação Sociocaritativa sobre o tema “Pobre, caminho de Missão”, com a participação de 96 agentes do setor social de várias paróquias, instituições e movimentos.

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Na iniciativa, que teve lugar no Centro Pastoral e Social da Diocese do Algarve em Ferragudo, o bispo diocesano alertou que “uma comunidade paroquial pode ter uma liturgia excelente, pode ter catequistas exímios, mas se faltar a dimensão da caridade é uma comunidade incompleta”.

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D. Manuel Quintas lembrou que “a caridade é o critério que define a ação evangelizadora da Igreja” e realçou a importância de haver nas paróquias grupos de “gente que desperta, alerta, provoca e ajuda a comunidade a viver esta dimensão que é estrutural” e “faz parte da essência do ser cristão e do ser Igreja”.

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O prelado disse ainda ser dever de todos de viver “a dimensão da caridade e a dimensão do serviço”. “A pobreza não foi criada por Deus. Foi e é criada por mim e por ti quando não partilhamos o que temos e o que somos, por isso exige-se esse dever de todos, particularmente daqueles que se consideram discípulos de Cristo para minorar os sofrimentos daqueles que se encontram nesta grande classificação de pobres”, acrescentou.

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O presidente da Cáritas Diocesana do Algarve, através da qual a iniciativa foi promovida, agradeceu a presença de todos, particularmente dos membros do Conselho Central do Algarve da Sociedade de São Vicente de Paulo. “Somos Igreja e todos temos a mesma missão que é ajudar aqueles que são os mais frágeis da sociedade”, afirmou Carlos Oliveira.

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Aquele responsável apelou ainda à sensibilização das paróquias de que o empenho naquele setor da pastoral não diz respeito apenas aos seus grupos sociocaritativos.

Foto © Samuel Mendonça/Folha do Domingo

Carlos Oliveira, que é simultaneamente o diretor do Secretariado da Pastoral Sociocaritativa da Diocese do Algarve, na palestra que apresentou, apelou ainda à organização e articulação do serviço dos diversos grupos eclesiais que trabalham no setor social.

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Conferencista foi também o padre Pedro Manuel que disse ser preciso ir além do “cuidado básico do saquinho da comida” que se fornece a quem mais precisa.

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Já o padre Carlos de Aquino, também orador, pediu aos agentes da pastoral social que não sejam “funcionários do sagrado” nem “funcionários da Segurança Social”.

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O encontro terminou com a divulgação de um questionário que visa “conhecer o universo dos grupos paroquiais de ação social”.

Durante o dia esteve ainda patente uma exposição fotográfica alusiva ao tema da pobreza que Carlos Oliveira disse já ter passado por Faro, incluindo pela Universidade do Algarve e um mês pelo Centro Distrital de Faro da Segurança Social, e por Ferreiras, Boliqueime e Loulé. O presidente da Cáritas acrescentou que a exposição itinerante “está à disposição de quem quiser” recebê-la.

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