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De acordo com Macário Correia, existem “sinais preocupantes” de dívidas acumuladas nas autarquias que estão a gerar um “quadro de dificuldades” cuja resolução pode passar pela tomada de decisões em conjunto.

Em declarações à Lusa, o também presidente da Câmara de Faro aponta o caso da Águas do Algarve, da qual são acionistas as 16 autarquias da região, cujas dívidas acumuladas à empresa ascendem já a mais de 50 milhões de euros.

Apesar de algumas autarquias nunca terem falhado os pagamentos, outras viram-se obrigadas a firmar acordos com a Águas do Algarve para proceder ao pagamento faseado das dívidas, no máximo até ao final de 2013.

A Agência Regional de Energia e Ambiente do Algarve (AREAL), o Centro de Informação, Mediação e Arbitragem (CIMA) do Algarve, a Algar, a Orquestra do Algarve e a Agência de Desenvolvimento Regional do Algarve (Globalgarve) são outros exemplos.

Estas entidades debatem-se atualmente com graves problemas de financiamento, tal como a própria AMAL, refere Macário Correia, sublinhando que as dificuldades de alguns municípios “estão a contaminar outros”.

A reunião dos 16 municípios algarvios está marcada para as 15:00 na AMAL.

Lusa
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